Entrevista Exclusiva com o Bacharel Marcos Ramos

Brindamos aos nossos irmãos e irmãs e em especial aos de nossa região, com uma entrevista especial do Bacharel Marcos Ramos MR que recentemente, no mês de fevereiro desse ano, seguiu para o Amapá no Norte Brasileiro, para lá, servir ao SENHOR.

O Bacharel MR que servia na Igreja Presbiteriana de Cruz das Armas em João Pessoa respondeu as perguntas elaboradas pelo  blog dos diáconos BD e abriu o coração para falar de sua visão sobre o reino, doutrina, pespectivas, objetivos e particularidades suas, além de apresentar uma verdadeira aula sobre aspectos específicos da região norte. Vale à pena sua leitura.

Agradecemos ao MR, irmão e amigo nosso pela disponibilidade e atenção.

Blog dos Diáconos

Vamos a entrevista à integra

BD – Qual  o seu nome completo, sua naturalidade, sua filiação, sua idade (ou data de nascimento), local e comunidade onde está atuando atualmente e o maior objetivo na vida terrena?

MR – Bem, inicio esta entrevista muito alvissareira me apresentando com muito prazer e satisfação, claramente e assim: Meu nome é Marcos da Silva Ramos (mais conhecido por “Marcos Ramos”), sou filho de José Bezerra Ramos e Maria de Fátima da Silva Ramos, eu tenho 31 anos completados no dia vinte e oito de abril ido; fui convidado para poder trabalhar na cidade de Santana (esta mesma, com uma população estimada em 102.860 habitantes) no Estado do Amapá, Norte do País, o segundo município mais populoso daquela, depois da capital do mesmo, Macapá (com uma estimativa de entre 407,023 habitantes, segundo censo de 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE) aonde realizo aquilo que mais é, certamente escrevendo, o meu maior objetivo para o qual existo como ser humano é saber que saí do Estado da Paraíba no dia oito de fevereiro deste ano de dois mil e doze para formalmente exercer o Ministério da Pregação e do Ensino da Palavra de Deus.

BD – Quando e como conheceu o evangelho da Graça?

MR – Eu conheci o Evangelho da Graça de Deus, Senhor, em Cristo Jesus, no ano de 1995, data de mês e de dia estão deslembrados por mim, pois, confesso que depois que o papel passou a existir, depositei a minha confiança nele com relação a muitas datas importantes da minha vida (risos); desta forma, o registro se encontra em um de meus diários que está na casa onde moram os meus pais, na cidade de João Pessoa/PB. (sou do Sistema de Governo Congregacional, de nascimento). No entanto, o ano é este mesmo, mas estou com dúvidas quanto ao mês e ao dia, por isso não arriscarei em dizer sem ter a devida certeza, mas sei certamente que foi no segundo semestre desse ano. Lembro-me, porque fui dos de minha casa de entre seis membros, o último a ser convertido pelo mesmo. É isso.

BD – Por que de sua opção pela doutrina reformada?

MR – Esta é uma pergunta muito boa e muito bem elaborada. Meus parabéns por ela; eu principalmente estou me referindo a isso, porque a “tal doutrina” foi uma divisora de águas dentro da gradação e progressão nos meus estudos sobre as Escrituras. Pois sendo, continuemos com a resposta: em um período dos anos que ficaram entre 2002 até ao fim de 2003, enquanto quando Seminarista, pelo Seminário Teológico Evangélico Betel Brasileiro, na minha cidade natal, João Pessoa/PB, estando a refletir antes mesmo em qual tema haveria de poder escrever o meu trabalho monográfico, vi-me surpreendido a respeito de como a quantidade de Documentos históricos a Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo possuía. Desses Documentos, a abrangência da Doutrina bíblica fiel ao texto sagrado me fazia reavaliar, com insistência e repetidamente, que o que eu sabia sobre e a respeito do entendimento dela, não poderia parar por ali, em simples quatro anos terminados (ou para serem concluídos), pela graduação. Por tanto, senti-me convencido de que eu deveria me dispor a poder oferecer ao Deus que me vocacionou, o melhor meio de poder pregar e ensinar a Sua Palavra… foi um pouco mais antes (no meio do ano de 2001) deste meio de tempo, em que me familiarizei com o entendimento reformado das Sagradas Escrituras. Lembro-me ((risos), riu porque acho interessante como aquilo foi importante para mim, principalmente nos dias atuais de tanta depravação mental para com a qual as pessoas venham entender a Revelação de Deus) de que inicialmente, eu lia e transcrevia, à mão, os textos de livros, revistas, jornais e outros periódicos menores, que eu tinha acesso, por meio da Biblioteca do Seminário. Na época, eu não tinha acesso à internet, o que dirá a computadores. Para mim, não havia nada mais espiritual do que aquilo. Creio que após ter concluído os quatro anos letivos do Curso Teológico-Missiológico naquela Instituição de ensino bíblico-cristão, eu me encontrei pronto para poder ingressar na fila dos muito (poucos) fiéis pregadores-evangelizadores-doutrinadores da Palavra do Deus único e verdadeiro. Conclui minha Graduação tanto bacharelada quanto especializadamente, tendo utilizado um Capítulo de um dos nossos Símbolos de Fé (a Confissão de Fé de Westminster) para poder embasar minha Monografia, ladeada com as orientações de bons pastores reformados, me dando ainda mais a convicção de que este modo de ver a Bíblia é o correto e o necessário para quem quer que seja ou queria ver o modo como a mensagem bíblica é apresentada pelo Senhor Deus aos homens.

BD – Como se deu a  decisão de estudar e buscar o ofício pastoral?

MR – Verdadeira e primariamente que, a decisão de estudar teologia se deu por causa de como a minha visão sobre como os jovens e aos mais novos estavam sendo assistidos dentro das igrejas cristãs. Lembro-me com memória irremovível de quando eu partia para as Escolas Dominicais da minha igreja de nascimento, da falta de pessoas que pudesse, qualificadamente, oferecer o seu serviço ao Senhor Jesus Cristo, como um professor bíblico. Não existiam professores para o contingente de pessoas dessa faixa etária (do tempo que eu comecei a frequentar aquela igreja, que já era igreja, a um bom tempo de anos, e que isso seja dito de passagem). O pastor era responsável para poder instruir a toda igreja. Uma igreja que consistia de um número considerável de membros e heterogêneo de pessoas, e que, trazia sim, a necessidade de se existirem pessoas para poderem orientar aos adolescentes e a mocidade para a nova vida em Cristo Jesus. Isso, aos meus catorze para quinze anos, me fazia ver como a igreja passava por crise. Com os meus dezoito anos, (ainda não feitos) senti-me consciente de que estava sendo chamado para o Ministério pastoral. Sim, era claro o chamado, algo impressamente íntimo dentro de mim, e que, em palavras, não poderiam ser expressas aqui; todavia digo apenas que, orei ao Senhor Deus, e pedi para que Ele confortasse ao meu coração e trabalhasse para que esse fim conseguisse obter os seus meios. E foi assim que aconteceu: solicitei ao meu pai (José Bezerra Ramos) para que ele pudesse me ouvir quanto a essa certeza vocacional; ele, não compreendeu inicialmente, pois desejava que eu ingressasse na Universidade Federal, seguisse outra carreira, mas eu não pude ouvi-lo. Dessa vez fui “desobediente aos pais” e em detrimento à obediência do Chamado do Senhor, sob oração contínua, fui reconhecido pelo meu pai mais depois, para que, ele, pudesse ser o meu primeiro mantenedor financeiro. Graças ao Senhor de nossas vidas, minha e da minha família de sangue, ele pode contribuir com cerca de 90% dos pagamentos exigidos pela Instituição de ensino. A igreja que eu passei a frenquentar, não tinha condições para isso (na época, eu estava membro da Igreja do Betel Brasileiro, em Jardim das Oliveiras, por questões de distanciamento da III Igreja Evangélica Congregacional de João Pessoa/PB, na qual eu era membro congregante); foi por essa razão mesma que tudo foi custeado (praticamente) com as finanças paternas. Lembro-me de que ele chegou a vender o seu carro, no último ano do Curso, para poder pagar as últimas parcelas referentes às mensalidades estudantis. O Senhor foi bom, ainda mais essa vez para com o Seu chamado a mim. É isso. Foi assim dessa forma, inicialmente.

 BD – Como você vê o caminhar de nossa Igreja (Presbiteriana) no Brasil?

MR – Eu compreendo que a reflexão sobre liderança da Igreja Presbiteriana do Brasil deve buscar responder, em diminuídos pontos de vista hoje, primeiramente, à seguinte pergunta: É bíblico e pertinente o uso da liderança no pastoreio da igreja atualmente? A resposta a esta indagação exige seu desdobramento em outras três questões: (1ª) A Bíblia sugere o vínculo entre pastoreio e liderança? (2ª) Se a resposta à questão anterior for positiva, até que ponto a Bíblia e a Confissão de fé de Westminster, ratificam o uso, na liderança da igreja nos dias atuais, de métodos oriundos da cultura circundante? (3ª) Por fim, a cosmovisão e a metodologia da liderança, oriundas da cultura circundante, condizem com a Bíblia, com a CFW e com a prática da IPB? Somente se a Escritura apoiar o uso da liderança no pastoreio é que será possível discutir a possibilidade da de como poderíamos considerar a caminhada do presbiterianismo brasileiro.

A segunda questão checa a liderança à luz da leitura doutrinária oferecida pela CFW. Isso é importante, uma vez que a IPB é confessional, ou seja, “adota […] como sistema expositivo de doutrina e prática a sua Confissão de Fé e os Catecismos Maior e Breve”. Para manter-se fiel à Constituição, tanto as igrejas locais federadas quanto as instâncias conciliares da IPB devem assumir práticas de ministério consistentes equiparadas com a CFW — qualquer prática que contrarie a CFW é inconstitucional, como se sabe.

Dessa forma fica a reflexão para podermos saber se temos trilhado nesse caminho, ou não.

 BD – Como se sente hoje, em lugar distante com particularidades regionais e culturais a bem pouco tempo desconhecidas? Isso é positivo ou negativo em sua caminhada? Se desejar comente livremente.

MR – Eu tenho estado bem. Estou desde o dia quinze de fevereiro deste ano aqui no Estado do Amapá (fiz algumas breves paradas para poder chegar aqui: PB: Cacimba de Dentro; PA: Castanhal e no AP: Macapá), e digo de primeiro fato que positivamente todo o trajeto até hoje teve contribuição abrangente em minha caminhada. Ainda desejo comentar algumas outras coisas, alguns preconceitos quebrar desde o ponto de vista de quem creia que exista praticamente muito coisa diferenciada do nosso Nordeste querido. Digo por meio de conhecimento de causa que não existe de jeito nenhum. Eu tenho dito aqui, ao pessoal, que o Norte e o Nordeste são “casados”, por causa das nossas localizações geográficas, no entanto, querendo-se ou não, existem sim, inevitavelmente fronteiriças, estas citadas peculiaridades do Estado desenvolvidas elas por: seus pontos turísticos (para quem esteja lendo, o Amapá é o Estado brasileiro mais preservado ambientalmente, quando que no ano de 2002 foi criado aqui o maior parque florestal do planeta, o Parque Nacional das “Montanhas do Tumucumaque”, com área de 3,8 milhões de hectares, área superior ao território da Bélgica), gastronomia (os petiscos, como as “famosas” (risos) coxinhas (a “coxinha de caranguejo” é iguaria fina aqui, pasmem-se quem puder (risos) fazem grande sucesso na orla do Forte (localizado numa ponta de terra à margem esquerda do rio Amazônas, na antiga “Província dos Tucujus”, atual Macapá); quanto às frutas e sua comercialização: três frutas se destacam como típicas do Amapá: o caju, a manga e o açaí. Diferentemente de como é servida na Paraíba, onde o açaí é comercializado gelado, com vários tipos de acompanhamento; no norte ele é mais líquido, não possui açúcar e conta com a farinha industrializada da tapioca, para poder incrementar o sabor. Interessante se saber que ao amanhecer, as frutas chegam pelo Rio Amazonas e são comercializadas nas margens, aqui, bem próximo de onde estou residindo, atualmente. De lá, os feirantes levam todos os produtos para as feiras de rua e também para a Feira Livre do “Pacoval” (um bairro daqui de Macapá), também conhecida como “Feira do Agricultor”, que acontece somente de terças e quintas-feiras), estilo de vida dos ribeirinhos (interessante saber que, apesar de as viagens, quase sempre serem arriscadas, feitas em pequenas embarcações com pouca segurança e assustar quem é marinheiro de primeira viagem, a vida humana nessas regiões é real sim, e eu pude comprovar de perto. Não necessariamente nos barquinhos conhecidos pro diversos nomes, tais como “catraias”, mas nas embarcações maiores, pessoas viajam em redes, ou espremidas entre mochilas e cargas. O que dá noção de distância não são quilômetros, mas sim o tempo nas quais a embarcação leva da saída ao destino (geralmente são viagens de pouco mais de quatro horas de viagem; por exemplo, a Igreja Presbiteriana Peniel, tem uma Congregação na Cidade de Afuá/PA, e a ida para lá é de no ínterim de quatro, quatro horas e meia de navegação), como um paradoxo, o cenário durante o percurso é compensador. A Capitania dos Portos de Macapá, com sede no município de Santana (cidade aonde se localiza o trabalho no qual eu estou conduzindo), possui pouco contingente e material logístico para fiscalizar o trânsito desses barcos. Daí, naufrágios em regiões ribeirinhas são comuns. A delegacia da Capitania em Macapá é responsável pela fiscalização dos 16 municípios do Amapá, além de toda a área das cidades paraenses de Afuá, Chaves, Gurupá, Breves, Portel e Porto de Moz), fauna e flora (na cidade de Santana, 25 quilômetros da capital Macapá, entre muros, asfalto e prédios, pode ser dito que se encontra um pedacinho da floresta amazônica e da fauna brasileira).

BD – Quais sãos os aspectos da igreja em Macapá, seu destino atual, e no que ela mais difere da igreja em João Pessoa, sua origem?

MR – A igreja no Estado do Amapá tem estado num rumo bom. Macapá é uma cidade/capital em que se encontra num Estado novo (tem praticamente pouco mais de duzentos anos menos do que o Estado da Paraíba) e, por esta óbvia razão, não tem os “caminhos juncados” como algumas outras capitais tais quais a nossa, no entanto, tem uma veia missionária bastante visível, algo que tem feito do seu destino, um destino promissoriamente relevante, algo praticamente invisível partindo de muitos dos nossos presbitérios nacionais.

BD – Você está satisfeito onde se encontra? Sim ou não?  Por quê?

MR – Estou sim: estou satisfeito, não necessariamente por que possa ser um local insipiente ou sipiente. Dependendo da posição em que se veja isso, poderá ser dito tudo ou nada: todo tipo de comentário, ou, nenhum comentário útil para o entendimento de como ou qual seja a nossa atitude em estarmos dispostos a servir ao nosso Senhor, que em tudo, sabe do que somos capazes de fazer para Ele mesmo.

 BD – Qual o conselho que você poderia destinar aos jovens irmãos que desejam abraçar a causa pastoral?

MR – Eu cresci em meu período de estudos e experiências cristãs apoiado em coisas que, creio eu, são fundamentais para a vida de alguém que se sinta vocacionado para a Obra da/na Palavra. Acredito que inicialmente eu poderia pontuar ou elencar a convicção como sendo tudo o que de inicialmente tenha que ser entendido, pois que, quantos e tantos iniciam os seus estudos pensando uma coisa sobre como será o seu Ministério, e eu imagino, que isso não deva ser prospectado, imaginado ou definido, pois, o Senhor Deus poderá querer aquilo que seja diametralmente diferente do que se possa ser pensado. Secundariamente, o aspecto da oração-prática, ou seja, buscar agir de tal modo como Cristo nos disse que “é necessário orar sempre, e não desanimar” (Lc 18.1); e nos disse também que aquele não persevera em oração sob qualquer circunstância, ou se persevera, não é com poder que faz isso (Jó 27.10), ou seja, em espírito de verdadeira oração, mas apenas por pretexto ele deve palmilhar o seu desejo de servir (Mt 23.14). É bem verdade que muitos, crendo que vocação seja algo destituído de divórcio de “continuar sendo crente para ser agora Reverendo”, para cair da experiência do poder para a superficialidade sendo isso, ao bem da verdade, uma das coisas mais fáceis, por certo que seja; mas sustentar na vida, no espírito o poder no que se refere a uma obrigação, especialmente quando se trata da oração, da vida de devoção, é uma das coisas mais difíceis, mesmo que. Suponha-se que se exista um esforço, mas, sem a ajuda do Espírito, não poderíamos orar nem uma só vez, nem muito menos perseverar em orações.

            Outro exemplo claríssimo (tenho refletido por esses dias sobre oração, por isso estou utilizando os exemplos bíblicos, agora) foi quando Jacó não só começou, mas perseverou nisso: “Não te deixarei, senão me abençoares” (Gn 32.26). A mesma coisa fez o restante dos santos (Os 12.4). Mas isto não poderia ter acontecido sem o espírito da oração, que seja: é pelo Espírito que temos acesso ao Pai (Ef 2.18). Outro caso digno de nota se acha em Judas, quando este exorta aos santos, por meio do juízo de Deus sobre os ímpios, para estarem firmes e a perseverarem na fé do evangelho. Como meio excelente para isso, sem o qual sabiam que jamais poderiam fazê-lo, disse: “Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo (Jd 20). É como se estivesse dizendo: Irmãos, assim como a vida eterna é oferecida só para os que perseveram até o fim, assim também não podeis perseverar até o fim a menos que prossigais orando no Espírito. O grande engano com que a natureza pecaminosa já enganou e ainda irá/haverá de enganar a muitos “chamados pastores” será o de que o fundamento em fazer com que esta atitude de continuarem, continue na superficialidade da devoção, do zelo pela pregação/doutrinação, e da oração, esteja vinculada com a idéia que o apóstolo Paulo direcionou a Timóteo, o livrando basicamente, dos falsos mestres, de Éfeso dizendo que eles possuíam “aparência de piedade, negando-lhe, entretanto o poder. Foge também destes” (2Tm 3.5).

 BD – De que mais sente falta em Macapá?

MR – De que mais eu sinto falta em Macapá? Uma pergunta bastante abrangente. Vou buscar visualizar a coisa do melhor ponto de vista; do ponto de vista mais proveitoso e edificador. Com referência aos meus mais próximos, e, particularmente aos meus familiares consanguíneos, estou em contato com eles, constantemente, e isso não tem contribuído para a saudade surgir como poderia, se isso não estivesse acontecendo. Estou me sentido bem, com relação a isso. Mas, verdadeiramente creio que as assembléias das forças internas me causam lágrimas (risos e choro). Em outra oportunidade dessas já passada, conversando com um Diácono muito leal, da minha igreja-de-partida (Igreja Presbiteriana de Cruz das Armas, em João Pessoas/PB) eu o disse que, quando me encontro lembrando e orando das reuniões da executiva da UPH dela, estou chorando no mesmo momento. Acredito que uma vida cristã sem atuação não tem sentido; é como se a salvação não pudesse ser vista pelas pessoas salvas e não salvas. A força de integração de nossas igrejas (ou os Departamentos) existe para que se possa ser não simplesmente frequentada, mas “usada” para que ela “venha usar quem a usa”, quem a “sente”, e não apenas ficar admirando-a de longe. Aqueles que não têm tido a iniciativa de poder ingressar na tarefa do ide de nosso Senhor Jesus Cristo, mas fica, de fora, vendo apenas, ou crendo, no mais amplo sentido, que lhe seja impossível frequentar o “grupo social” mais adequado para a sua faixa etária e sexualidade, inicialmente, no serviço geral de uma de nossas igrejas, precisa se conscientizar de que ninguém é ocupado/desocupado demais para poder cooperar com aquilo que prometeu antes de ingressar na IPB: “viver de acordo com a doutrina da Escritura Sagrada, honrar e espalhar o Evangelho pela vida e pelas palavras; sustentar, moral e financeiramente, a Igreja e suas instituições; obedecer às autoridades da Igreja, enquanto estas permanecerem fiéis aos ensinos das Sagradas Escrituras; participar dos trabalhos e reuniões desta igreja, inclusive das assembléias administrativas” – Deveres dos Membros Presbiterianos (Manual Presbiteriano).

Entrevista elaborada pelo diácono Eliezer Gomes

Veja a seguir fotos especiais; click nas mesmas para ampliá-las

Despedida – José Bezerra, Maria de Fátima e o Pr. Martinho

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A Ig, possui um terreno próprio doado para fins eclesiásticos que sejam

Irmãos da 2ª Ig Batista de Castanhal, antes do embarque PA-AP

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Ponto de Apoio – Castanha-PA, casa do Pr. Luiz

Presença contínua do Dc. Carlos Reis em minhas visitações ao povo

Registro oficial da segunda reunião oficial da abertura do trabalho datado

0 Responses to Entrevista Exclusiva com o Bacharel Marcos Ramos

  1. Irmão Marcos, fico muito feliz em ver que você está propagando a palavra do nosso Deus com tanto empenho, e saber que estas barreiras territoriais são colocadas abaixo, quando estamos dispostos a servir a Cristo. Que Deus, te capacite cada vez mais, e que sirva de exemplo de vida cristã, para muitos jovens que possuem o chamado, e ainda não deram ouvido ao : IDE!!! Abraços, Victor – Presbiteriana do Geisel/ João Pessoa PB

  2. Presb. em disponibilidade Luiz Nelson

    Parabenizo o Blog dos Diáconos por esta preciosa entrevista, ao mesmo tempo, agradeço a Deus pelo privilégio de conhecer e desfrutar a amizade do Bacharel Marcos. Oremos por este querido e abnegado servo de Deus pela ousadia e atendimento ao chamado do Senhor. Que Ele te abençõe e te guarde. Meu irmão Marcos, “Cumpre o teu ministério”.

  3. Descrição clara das fotos (as mesmas se deformaram por causa do envio feito por e-mail):
    Foto 2: Chegada em Macapá – 15.2.2012 – Foto com o Dc. Carlos Reis em sua casa, aonde residi por algum tempo de quando cheguei aqui.
    Foto 3: Durante a viagem marítima, Belém do Pará-AP, com o Irmão Ivanderson Costa, Obreiro assembleiano de Paragominas, indo para Macapá.
    Foto 4: Logomarca do Trabalho da Igreja Presbiteriana em Santana-AP.
    Foto 5: Logo do Trabalho sob projeção.
    Foto 8: Momento de confraternização entre a Escola Dominical e o Culto vespertino, dia 29.4.2012.
    Foto 10: Presença contínua do Dc. Carlos Reis em minhas visitações ao povo santanense em 26.2.2012.
    Foto 11: Registro oficial da segunda reunião oficial da abertura do trabalho datado de 7.3.2012.
    Que o Senhor continue abençoando a rede mundial de computadores para o Seu uso.
    Em Cristo, Senhor.
    Mss. Marcos Ramos
    Macapá/AP.

  4. Estou, de tal forma ,muito feliz pela vida do nosso irmão Eliezer Gomes e de toda a sua trajetória, trabalho e lutas, pois sou conhecedor de seu empenho. Sendo muito amigo de seus filhos (até me considero como irmão dos meninos e filho do casal Eliezer e dona Marcolina), e quando dormia em sua casa observei durante muitas noites o seu trabalhar, motivado em fazer com que o Presbiterianismo tenha todo essa divulgação em nossa região. Desde já o considero (Eliezer) como modelo para as próximas gerações de como devemos amar e trabalhar pela nossa adorável igreja. Sou também agradecido a Deus pela a realização do seu objetivo do nosso irmão Marcos Ramos. Rapaz que conheci há muito tempo e sei do seu andar com Cristo. Oremos pelo o nosso irmão e que Deus conceda ao seu coração os desejos pertinentes em vossa alma. Abraços do seu Amigo Vinicius Alves, filho de Nelson e Joana e irmão de Victor Alves. Rumo a luta.

  5. Deus te abençoe e te oriente em teu monistério! Pv 4.23;

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