ENTREVISTAS: Presbítero Paulo Silas Casini, Coordenador do Projeto Mão na Massa – CNHP

PROJETO MACAMBIRA 2013-731236Estamos hoje, apresentando aos nossos milhares de leitores/internautas, irmãos e irmãs, nossa quarta entrevista da série ENTREVISTAS. E o fazemos com muita alegria, pois, tem sido muito gratificante conversar, compartilhar ideias e conhecer o que têm feito e o que pensam nossos líderes espalhados pelo país inteiro, em nome de Jesus.

Paulo Silas CasiniO nosso quarto entrevistado é uma daquelas figuras humanas que nos fascina, pelo seu amor pela causa, pela sua vocação, pelo seu compromisso, pela sua dignidade e principalmente pela sua humildade e entrega total a causa do SENHOR nosso Deus; calmo, sério, compenetrado, atencioso, objetivo e firme! características que acompanham o presbítero Paulo Silas Casini (foto), nosso entrevistado de hoje, que nos fala do fundo de sua alma e nos faz “viajar” literalmente, num universo cheio de revelações e testemunhos fantásticos do poder de DEUS.

Leia com atenção e entusiasmo essa quarta e belíssima entrevista  concedida ao diácono Eliezer Gomes, recentemente.

Blogdiáconos – Presbítero Paulo Silas o Senhor poderia fazer uma apresentação de sua pessoa?

Presbítero Paulo Silas – Meu nome é Paulo Silas Casini. Tenho  sessenta  e oito  anos de idade, estou residindo a cinco anos  na Cidade de Indaiatuba – SP, depois de morar sessenta e  três anos na Capital de São Paulo.  Sou casado com Sandra Braga Casini, tenho 3 filhos e 6 netos.  Sou Presbítero da 1ª Igreja Presbiteriana de Indaiatuba. Com gratidão tomo a liberdade de apresentar  algumas informações ao meu respeito.

Aos vinte dias do mês de novembro de 1.945, nasci no Bairro de Ermelino Matarazzo, Zona Leste da Capital  de São Paulo. Vim de uma família muito pobre, enfrentei,  com minha família,  situações muito aflitivas, contudo Deus sempre supriu as nossas necessidades. Minha família sempre professou a fé evangélica. Meu avô materno, Senhor Antonio Pessoa de Almeida, foi um crente fervoroso, transmitiu a fé para minha mãe Lina Pessoa Casini e esta de forma muito profunda a transmitiu para seus filhos. Comecei a trabalhar com 14 anos na Indústria Lorenzetti, quando tive que suspender os meus estudos. Mas a mão de Deus traçou com muita misericórdia os meus caminhos. Entreguei minha vida ao Senhor Jesus com 14 anos. Nesta idade já tinha trilhado caminhos errados. Sentia o peso da culpa, que me oprimia. Numa noite de quinta feira chegava eu da Igreja Presbiteriana de São Caetano do Sul, de um culto dirigido pela UPH, cujo pregador foi o amado irmão e amigo Presbítero  Wilson do Amaral. O Tema da mensagem foi a iminente volta de Jesus. Nesta noite fui impactado pela palavra. Deitei-me para dormir, mas não conseguia conciliar o sono. Então entreguei os pontos: confessei os meus pecados, supliquei  o perdão de Deus e a Paz de Cristo que excede a todo entendimento inundou o meu coração. Oh! Que noite jubilosa de alegria e gozo espiritual. Este foi o primeiro milagre que eu experimentei em minha vida.

Aos vinte anos de idade trabalhava na Brasitex – Polimer do Brasil, uma indústria química, com uma jornada de trabalho de doze horas por dia, uma semana de dia outra de noite, quando mais um milagre aconteceu na minha vida. Fui nomeado pela Diretoria do Banco do Estado de São Paulo – Banespa, para compor o quadro de funcionários daquela respeitada instituição, dois dias antes desta mesma diretoria tomar a decisão de que,   a partir daquela data, somente seriam admitidos funcionários por concurso púbico. Este fato ocorreu no ano de hum mil, novecentos e sessenta e cinco.  No ano de hum mil, novecentos e setenta e um iniciei um Curso Teológico para a Área de Missões no Instituto Bíblico do Brasil, que funcionava na Igreja Congregacional,  no Bairro do Cambuci em São Paulo. Certa noite ouvi no Instituto Bíblico uma palestra, onde um velho Pastor chamado Érich Ostermoor, fazia um apelo para voluntários para sua missão. Decidi me oferecer como voluntário. Como trabalhava apenas seis horas no Banespa, usava o restante do dia trabalhando na missão, isto por  oito anos. O nome da Missão era: Obra Missionária do Brasil – “Brado da Hora Final”. Fiz um trabalho de conscientização em centenas de igreja e coordenei concentrações no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Salvador, Natal, Campina Grande, quando veio ao Brasil o grande Missionário Richard Wumbrant, prisioneiro por 18 anos em prisões comunistas na Romênia, escritor dos livros “Torturados por amor a Cristo”, “Cristo em Cadeias Comunistas” e dezenas de outros livros. Depois desta missão trabalhei mais seis anos na Missão: União Missionária Brasileira – O Evangelho por Telefone – UMBET, onde vi muitas maravilhas operadas por Deus através de vidas transformadas para a sua glória. Trabalhei vinte e sete anos no Banespa, vindo a me aposentar no ano de hum mil novecentos e noventa e dois, feliz e abençoado. Fiquei  20 dias em casa e voltei a trabalhar como Corretor de Imóveis, estando nesta profissão até hoje,

Comecei a trabalhar com a UPH muito cedo. Aos dezenove anos participei de um Congresso Nacional da UPH realizado em Brasília, dirigido pelo Rev. Izaias de Souza Maciel no Colégio Elefante Branco, onde aflorou meu amor pelo trabalho masculino. Participei, ainda, dos Congressos Nacionais da UPH realizados em: Belo Horizonte (1978); Castro-PR (1986); Aracruz (2.006); Campos – RJ (2010) e Aracruz (2014).  Participei de todas as Reuniões Executivas da CNHP dos quadriênios: 2.006/2010; 2010/2014) como Secretário de Evangelização e outras anteriores como Presidente de Sinodal. Participei de todas as Reuniões da Diretoria da CNHP no Biênio 2010/2014. Posso afirmar: Isto é benção, é privilégio que Deus nos concede.

No ano de dois mil e sete estava preparando a realização do Congresso da Confederação  Sinodal do Trabalho Masculino do Sínodo Grande ABC, quando senti  o  desejo de convidar para  Preletor  o Rev. Sérgio Paulo Martins Nascimento, então Presidente da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais – APMT. Na Palestra o amado pastor falou de diversos campos missionários, focando mais no Campo de Santa Cruz de La Sierra,  na Bolívia. Foi como se tivesse plantado uma poderosa semente. Alguns meses após o Congresso, uma Equipe de 4 homens do Sínodo, desembarcava na Bolívia para uma viagem missionária, cujo trabalho foi ajudar na construção do templo naquele lugar. Esta viagem marcou o alvorecer do PROJETO MÃO NA MASSA.

Blogdiáconos– Presbítero Paulo Silas Casini, nós temos acompanhado através de congressos, reuniões, vídeos, fotos e até por comentários nas igrejas em todo o Brasil, a realização do Projeto Mão na Massa, projeto este de uma magnitude sem precedentes em nossa denominação. O Senhor como um dos principais coordenadores e executores dessa obra poderia falar um pouco sobre a concepção e quais os principais objetivos do mesmo?

Presbítero Paulo Silas – Desde o início dos trabalhos do Projeto Mão na Massa, os Coordenadores foram os Presbíteros Paulo Silas Casini   e Paulo Ivo Nunes dos Santos. A vocação do projeto é prestar apoio a Campos Missionários longínquos, com a construção de templos, com o ardente  desejo de que estes Campos adquiram as condições para se firmarem para serem organizados como Igrejas Presbiterianas. O principal objetivo do Projeto é a construção de templos presbiterianos, através de Voluntários, sendo estes Homens Presbiterianos, membros de nossas UPHs.

BlogdiáconosCom quais órgãos ou autarquias da Igreja Presbiteriana do Brasil o Projeto Mão na Massa trabalha?

Presbítero Paulo Silas –  O Projeto Mão na Massa da CNHP trabalha em parceria com as Agências Missionárias da Igreja Presbiteriana do Brasil: Junta de Missões Nacionais – JMN e a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais – APMT.

Com a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais – APMT, construímos templos em Santa Maria de La Sierra – Bolívia (2007);   Puerto Suarez – Bolívia (2009)   e  o Seminário da Igreja Presbiteriana de Angola, na Capital Luanda  – Africa (2012).

Com a Junta de Missões Nacionais – JMN construímos o templos nas cidades de Colniza – MT (2010),    e  Juruena –MT (2011)   e o templo da Cidade de Trindade – PE. (2013).

Construímos, ainda, o templo da cidade de Macambira-SE (2013), em parceria com a IP de Vila Gerti – São Caetano do Sul. Em todas as cidades foram feitas duas viagens, uma para visita técnica e outra para a construção.

BlogdiáconosComo se sustenta o Projeto Mão na Massa e quais os atores que tocam o trabalho lá na base?

O Projeto Mão na Massa é resultado de verdadeiros milagres do nosso Deus. Já iniciamos construções com um terço dos recursos necessários. A medida que a obra ia  avançando, Deus também ia operando de maneira maravilhosa.  Em uma das obras chegamos na hora de colocar o telhado, mas não tinha dinheiro para as telhas. Oramos ao nosso Deus e um irmão do Estado do Espírito Santo, sentiu no coração o desejo de contribuir. Era a resposta aguardada pela Equipe do Projeto Mão na Massa. De cada construção poderíamos falar muitas coisas que Deus fez. Em Trindade, no Sertão do Araripe, Estado do Pernambuco, tínhamos apenas R$ 65.000,00 para a compra dos materiais. A medida que começamos a construir parece que a cidade se encheu de júbilo. Empresários fizeram grandes doações, os irmãos do campo missionário  doaram-se a si próprios, num sacrifício vivo, e a Obra foi concluída e inaugurada em 30 dias corridos.  O projeto Mão na Massa promove campanhas financeiras junto ao Trabalho masculino da IPB.  A segunda parte da pergunta: quem toca o trabalho na base.  São pedreiros contratados nas próprias cidades e pedreiros contratados em São Paulo e a preciosa participação de Voluntários. Não poderíamos deixar de mencionar  que em todas as construções,  contamos com o trabalho  extraordinário do Construtor Presbítero Edivaldo da Silva Durães. Os voluntários são membros de UPHs, seminaristas, missionários, pastores, mulheres, jovens, adolescentes que trabalharam duro para que a obra seja concluída no prazo. Já tivemos um  voluntário com 70 anos de idade, que foi uma benção grandiosa para o trabalho em Macambira.  Muitos nomes precisaria ser citado aqui, eles serão recompensados, por Deus é fiel e cumprirá  as suas preciosas promessas.

Blogdiáconos – Além da CNHP, o Projeto conta com apoio de outras instâncias da Igreja Presbiteriana do Brasil?

Presbítero Paulo Silas – Para efeito do levantamento de recursos para as despesas de mão de obra,  o Projeto Mão na Massa só conta com a CNHP. São promovidas campanhas junto ao trabalho masculino e levantadas ofertas em reuniões executivas da CNHP. Ofertas encaminhadas para a Conta Corrente do FUNDO UPH, Banco do Brasil – Agência……………em nome da Igreja Presbiteriana do Brasil.  Creio que chegará o dia em que as Autarquias da IPB colaborarão para um maior alcance deste trabalho. Nós confiamos na administração da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Blogdiáconos – Já houve momentos em que a obra em execução teve que parar por falta de recursos: material, pessoal, financeiro ou de qualquer outra ordem?

Presbítero Paulo Silas – Já tivemos momentos críticos na obra, mas nunca as obras foram paralisadas. Já enfrentamos conflitos, desistência de profissionais.  Já presenciamos acidentes, que nos entristeceram. Na segunda obra realizada na Bolívia, o Presbítero Paulo Ivo, ficou com os braços adormecidos, pelo  esforço repetitivo na preparação das ferragens, ficou alguns dias sem condições de trabalhar. Em Colniza o carpinteiro sofreu um acidente feio na serra elétrica.  Muitos voluntários  ficaram doentes, eu mesmo peguei uma bactéria que demorou muitos  meses para ser erradicada.  Mas nada do que já enfrentamos  se compara a alegria, ao júbilo que sentimos quando as chaves da igreja construída são  entregues aos obreiros dos campos no Dia das Inaugurações.

BlogdiáconosQuanto tempo leva para preparar todas as fazes de cada construção do Projeto?

Presbítero Paulo Silas – Cada construção  absorve um ano de trabalho. A preparação começa com um tempo grande de oração, mais ou menos 6 meses. Como não sabemos onde será a próxima construção, com qual agência missionária vamos construir, se teremos recursos ou não, nos entregamos a oração num clamor muito sincero para que o Senhor Deus manifeste a sua vontade e nos dê a graça de podermos estar envolvidos. Ficamos aguardando as sinalizações  de Deus. Depois vêm as reuniões  com as agências missionárias parceiras, somente quando temos o local definido e que começamos as campanhas financeiras. Só temos tido a efetiva resposta à campanha em lugares onde estamos pessoalmente, compartilhando o trabalho e mostrando o que já foi feito. Nas reuniões da CNHP são levantadas ofertas para as construções.  Fazemos a divulgação do Projeto em todas as Confederações Sinodais, mas temos resposta de um número limitadíssimo de Sinodais. Começamos a receber as indicações de voluntários. No último projeto tivemos 12 voluntários, foi a maior equipe de todas as obras. Realizamos uma visita técnica ao local da obra, quando se faz toda logística e algumas contratações de pedreiros e encomenda dos materiais para início da construção. Finalmente fazemos a viagem com a equipe nos encontrando no Aeroporto mais próximo do município da obra.

BlogdiáconosNo último Congresso da CNHP realizado entre os dias 17 e 21  de abril, em Aracruz ventilou-se, salvo engano,  a ideia de as próprias Sinodais puderem, também, executar o projeto. O Senhor acha essa, uma ideia viável?

Presbítero Paulo Silas – A viabilização de outras Equipes, nas dezenas de Sinodais espalhadas pelo rincão brasileiro é perfeitamente possível. Temos notícias de outras iniciativas nesta área. Para isto é necessário ter uma liderança capaz de estabelecer os Alvos, prover os recursos através de campanhas, promover o envolvimento do trabalho masculino de sua área, conseguir o envolvimento de igrejas, despertamento de  voluntários, ter um construtor responsável pela edificação, lembrando sempre que o Projeto Mão na Massa só pode se responsabilizar pelas despesas com mão de obra.  Não devem se esquecer de que o Projeto é desenvolvido em parceria  com as agências missionárias da Igreja  e se submete as exigências da Tesouraria da IPB, quanto ao resgate de importâncias depositadas na conta do FUNDO DA UPH, e a aprovação da CNHP.

Blogdiáconos –  O senhor tem informações reais de como encontram-se os trabalhos da Igreja do SENHOR onde o Projeto Mão na Massa já construiu templos?

Presbítero Paulo Silas – Os locais onde construímos os templos são Campos Missionários, devidamente supervisionados pela Junta de Missões Nacionais, no caso do Brasil. Vez ou outra,  recebemos E.Mails com informações destes campos. O que tem ficado muito claro para nós,  é que em municípios agraciados com a o construção de templos, a presença da Igreja Presbiteriana tem ganhado  mais credibilidade e uma maior estabilidade de permanência do trabalho missionário, inclusive um maior respeito das autoridades locais. Fora do Brasil, o Supremo Concílio recebe as informações das igrejas irmãs,  de acordo com nível de relacionamento estabelecido pela Comissão de Relações Intereclesiásticas – CRIE da IPB. Poderíamos organizar uma comissão para organização de viagens missionárias a estas igrejas para melhor acompanhamento da evolução dos trabalhos.

Blogdiáconos Como o Supremo Concílio tem acompanhado o trabalho do Projeto Mão na Massa da CNHP.

Presbítero Paulo Silas – O Secretário Geral do Trabalho Masculino, Presbítero Haroldo Peyneau, é um incentivador dos projetos da CNHP, demonstrando, sempre, muita simpatia pelo Projeto Mão na Massa. Ele tem informado ao Supremo Concílio acerca dos trabalhos realizados. Sua informação tem sido corroborada pelos relatórios das agências missionárias da IPB, gerando desta forma grande entusiasmo na direção da nossa amada igreja. O Senhor Presidente do Supremo Concílio Rev. Roberto Brasileiro Silva,  tem declarado  sua apreciação por este nobre trabalho.

BlogdiáconosComo os meios de comunicação da igreja podem ajudar o Projeto Mão na Massa ?

Presbítero Paulo Silas – Creio que os meios de divulgação da igreja tem um papel de extrema importância para tornar conhecido o Projeto e as futuras construções, contribuindo para que um maior número de voluntários participem do Projeto. O jornal “Brasil Presbiteriano”, a Revista da UPH, os SITES, os Blogs são ferramentas de grande importância para divulgação das atividades do Projeto. Prova disso tem sido a grande contribuição recebida da Secretária de Comunicação e Marketing da CNHP, através da  Revista da UPH, veiculadora das ações do Projeto Mão na Massa.

Finalizo esta entrevista expressando a Deus minha profunda gratidão pelas ricas e preciosas bênçãos dispensadas  sobre a minha vida e trabalho. Conclamo aos Homens Presbiterianos a se consagrarem ao trabalho evangelístico e missionário da Igreja Presbiteriana do Brasil. Que todos busquem uma vida de santidade e oração e o comprometimento com a obra do nosso Deus.

Ao BlogDiáconos, meus agradecimentos por esta grande oportunidade.

Presbítero Paulo Silas Casini – Coordenador do Projeto Mão na Massa

Veja a seguir algumas fotos marcantes no dia-a-dia e na obra desenvolvida pelo nosso entrevistado. Oremos a Deus agradecidos pela vida do irmão Presbítero Paulo Silas Casini. Click nas fotos para ampliá-las.

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8 Respostas para “ENTREVISTAS: Presbítero Paulo Silas Casini, Coordenador do Projeto Mão na Massa – CNHP

  1. Rogério Figueiredo

    Caro diácono Eliezer, não lhe conheço pessoalmente, mais, tenho acompanhado seu importante trabalho de divulgações. Moro em Sergipe, Aracaju e tive a oportunidade de ver em Macambira (tenho familiares lá) o lindo trabalho desse homem. Você nem imagina, mas, o trabalho tem frutos inesperados. Não sou da mesma fé de vocês, mais, ao pesquisar no google, por coincidência cheguei até aqui e parabenizo o Senhor Paulo Silas e sua equipe.
    Especial abraço, Rogério Figueiredo

  2. Parabéns pela bela entrevista com o presbítero Casini,

  3. Paulo Silas Casini

    Amado Eliezer
    Muito obrigado pela sua eficiência. Espero que os leitores vejam a glória de Deus. Importa que eu diminua e que o Senhor Jesus cresça, proporcionando assim a santificação e consagração de muitas vidas.
    Peço suas orações em meu favor, pois fui reconduzido a Secretaria de Evangelização da CNHP para o quadriênio 2014/2018, preciso da graça do nosso bom Deus.
    Fiquei feliz que todo o texto foi publicado, apesar de longo. Também fiquei surpreso que você conseguir colocar as fotos com legendas.
    Deus recompense o seu esforço e continue abençoando o seu trabalho, pois no momento é o meio mais eficiente e rápido na divulgação do trabalho do Senhor.
    Um grande abraço
    Paulo Silas Casini
    Sec. de Evangelização da CNHP

  4. Ana Paula Maciel

    Louvado seja o nome do Senhor.
    Que o presbítero Silas permaneça na fé e na esperança.
    Li todo o longo texto e fiquei feliz em ver que a obra continua sendo feita com determinação e persistência.

    Deus abençoe os amados irmãos. Ana Paula – Ribeirão Preto

  5. Eunice Magalhães

    Passei quase meia hora entre ler e ver as fotos. Quero parabenizar o presbítero pelo brilhante e dedicado trabalho. As fotos dizem tudo.

  6. Paulo Lucena Felício

    História e testemunho muito bons e o trabalho, concordo muito edificante.
    Louvado seja Deus.

  7. Caro diacono Eliezer, esse trabalho do Mão na Massa é muito importante para o crescimento da evangelização principalmente em locais distantes e humildes.
    Muito bom, bençãos para toda a equipe

    Paulo Lustosa, Ponta Grossa

  8. Ricardo Oliveira Mascarenhas

    Grande obra, que benção!
    Ver um projeto desse em andamento aumenta mais e mais a nossa alegria no trabalho crescente do Senhor.
    Que Deus abençoe presbítero Silas,
    Um grande abraço, Ric Mascarenhas
    Sorocaba na fé

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