Arquivo do dia: Maio 10, 2011

Reunião na IPB de Santa Rita define estratégia para campanha de doação aos desabrigados das ultimas enchentes

Reunião na IPB de Santa Rita: Diác. Cardivando, Pastor Marcel, Presb. Edion, Diác. Ezequiel, Diác. Everaldo Rodrigues, Diác. Eliezer Gomes - Foto Diác. Francisco Barbosa

A Secretaria Presbiterial de Apoio às Juntas Diaconais, dando continuidade ao processo de implantação da Central Presbiteriana de apoio às Vítimas de Calamidades – CP-AVC, visitou na noite desta terça feira, 10 de maio, a Igreja Presbiteriana de Santa Rita, oportunidade em que se reuniu com o Pastor Jack Marcel, os Diáconos Cardivando e Ezequiel, além do Presbítero Edion Gomes. A reunião foi realizada em virtude de ter sido a cidade de Santa Rita escolhida como uma das beneficiadas pela campanha de arrecadação de donativos iniciada no último final de semana nas Igrejas do Presbitério Sul.

Bem próxima de João Pessoa, a cidade de Santa Rita foi profundamente afetada pelas fortes chuvas verificadas nos últimos dias, fato este que provocou bastante situações de desabrigos e perdas nas comunidades mais carentes.

Na reunião ficou definido que aquela Igreja irá avaliar as localidades atingidas para criar uma ordem de prioridade para a distribuição dos donativos.

Estamos aguardando em nossas Igrejas, nos dias de Cultos, as doações para que, já na próxima semana possamos encaminhar para a IPB de Santa Rita.

Veja  onde entregar sua doação ->  Igrejas Presbiterianas de: Jaguaribe (Diácono Eliezer Gomes – 8844-6818), Cruz das Armas (Diácono Everaldo Rodrigues – 8893-9228), Valentina (Diácono Flávio – 8838-1316), Bayeux (Diácono Luiz – 8827-5588), Mangabeira (Diácono Noel – 8843-7660), Bancários (Diácono Luiz – 8889-3419) e Tambaú ( Diácono Tarcisio Junior – 8856-0854).

Queremos agradecer aos irmãos da IPB de Santa Rita pela sensibilidade e pelo apoio já declarado à campanha.

A Conciliação entre a Oração e os Decretos de Deus

Jo. 17: 9 a 15

Depois de ter pregado aos discípulos sobre carregar a cruz, o Senhor Jesus apresentou-lhes as consolações, certo de que eles iriam perseverar.Tendo prometido a vinda do Espírito Santo, Jesus mostrou-lhes uma melhor esperança, e discursou sobre o esplendor e glória do seu reinado.

Agora, mais propriamente gastou tempo com a oração, porque a doutrina não tem poder sem a eficácia que vem do céu, pela oração. Jesus chama a atenção dos discípulos para não empregar-se apenas em semear a palavra sem a sua mistura com orações , pois elas nos levam a implorar a ajuda de Deus, que com a sua bênção pode tornar o trabalho fecundo.

“E levantou os olhos para o céu” é uma circunstância relatada por João, que indica ardor e veemência incomum pelo Pai, porque por esta atitude Cristo testemunhou que, nas afeições de sua mente, ele estava mais no céu do que na terra.. Ele olhou para o céu, não como se a presença de Deus fora confinada no céu, pois Ele também está na terra, (Jeremias 23:24), mas porque é lá, principalmente que sua majestade é exibida. Outra razão é que, olhando para o céu, somos lembrados de que a majestade de Deus é exaltada acima de todas as criaturas.

“Pai, é chegada a hora”. Cristo pede que seu reino seja glorificado, para que ele também possa alcançar a glória do Pai. Ele diz que a hora já chegou, porque, embora por milagres e por todo tipo de eventos sobrenaturais, ele tinha sido manifestado como o Filho de Deus, mas o seu reino espiritual ainda estava na obscuridade, mas logo depois de sua morte e ressurreição, seu Reino brilharia com o brilho total.

Conquanto dolorosa e sofrida, também gloriosa foi a morte de Cristo, visto que na sua morte vemos um triunfo magnífico, que é ocultado dos homens ímpios, porque é nela que reside a expiação dos pecados, o mundo foi reconciliado com Deus, a maldição foi apagada, e Satanás foi derrotado. É também o objeto da oração de Cristo, que sua morte pode produzir, através do poder do Espírito, como havia sido decretado pelo propósito eterno de Deus, pois ele diz que é chegada a hora, não um hora que é determinada pela fantasia dos homens, mas uma hora que Deus havia predestinado.

Sua oração não é supérflua, porque, enquanto depende da boa vontade de Deus, Cristo sabe que o que Deus prometeu certamente cumprirá. É verdade que Deus faz o que tenha decretado. No entanto, a oração é a prova de fé na soberania de Deus e prova também de comunhão e amor ao Pai com quem nutre um relacionamento perfeito e eterno.

Rev. Alcimar D. Dias